Pular para o conteúdo

Tema

Tecnologia e serviços

Folha de revisão · 9 temas · AWS Cloud Practitioner

Feita para a véspera. Imprimir esta página tira o menu e as abas.

Formas de implantar e operar na AWS

Abre a tarefa 3.1 do guia e é o único tema do domínio que não fala de serviço, e sim de como se chega até ele. A prova gosta de opor console, script e modelo declarativo em uma mesma questão, e quem não separa o que é manual do que é repetível escolhe a alternativa mais conhecida em vez da pedida.

Como cai: Uma equipe precisa recriar o mesmo ambiente em três contas, sempre idêntico e sem passos manuais. Qual recurso da AWS atende a essa necessidade?

Erros comuns

  • Achar que a CLI e o SDK são coisas diferentes da API. Os três chamam a mesma API da AWS: a CLI é o comando no terminal, o SDK é a biblioteca dentro do código e a API é o contrato que os dois usam.
  • Confundir CloudFormation com CDK. O CloudFormation recebe um modelo declarativo em JSON ou YAML; o CDK deixa escrever esse modelo em linguagem de programação e o converte em CloudFormation na hora de implantar.
  • Trocar Elastic Beanstalk por infraestrutura como código. O Beanstalk recebe o código da aplicação e cuida da capacidade, do balanceamento e da saúde; ele é uma plataforma gerenciada, não um modelo de infraestrutura.
  • Responder console quando o enunciado pede repetição sem erro humano. Console serve para explorar e para tarefa pontual; o que se repete pede modelo ou script.
  • Achar que implantação híbrida quer dizer usar dois provedores de nuvem. Híbrido é nuvem e ambiente local trabalhando juntos, com VPN ou Direct Connect ligando os dois.
  • Esquecer que o CloudFormation é gratuito no serviço em si e que o custo vem dos recursos criados pelo modelo.

A infraestrutura global da AWS

É a tarefa 3.2 do guia e o vocabulário que sustenta o resto do domínio. Alta disponibilidade, latência e residência de dados aparecem em questões de computação, armazenamento e rede, e todas elas supõem que região e zona de disponibilidade já estão claras. Sem essa base, o candidato responde região quando o pedido é zona.

Como cai: Uma empresa quer que a aplicação continue no ar mesmo se um datacenter falhar, sem sair da mesma região. O que ela deve fazer?

Erros comuns

  • Confundir região com zona de disponibilidade. Região é a área geográfica; a zona é um ou mais datacenters isolados dentro dela, e toda região tem várias zonas.
  • Achar que usar duas zonas de disponibilidade protege contra a falha de uma região inteira. Para isso é preciso uma segunda região.
  • Trocar CloudFront por Global Accelerator. O CloudFront guarda cópia do conteúdo perto de quem acessa; o Global Accelerator melhora o caminho de rede até a aplicação, sem guardar conteúdo.
  • Achar que edge location é uma zona de disponibilidade menor. Edge location é ponto de presença para entrega de conteúdo e DNS, não um lugar onde se roda instância comum.
  • Confundir Local Zones com Outposts. A Local Zone é infraestrutura da AWS perto de um grande centro urbano; o Outposts é um rack da AWS instalado no datacenter do cliente.
  • Esquecer que preço e disponibilidade de serviço variam por região, e que nem todo serviço existe em todas elas.
  • Achar que residência de dados se resolve com edge location. Ela se resolve escolhendo a região onde o dado fica.

Computação na AWS

É a tarefa 3.3 do guia e a categoria com mais alternativas parecidas da prova. EC2, Lambda e Fargate servem para rodar código, e o que separa os três é quanto do servidor o cliente administra. Quem não fixa essa escala responde EC2 em tudo ou Lambda em tudo.

Como cai: Uma empresa quer executar uma função curta em resposta a um evento, sem provisionar nem administrar servidores. Qual serviço atende a essa necessidade?

Erros comuns

  • Responder EC2 quando o enunciado diz sem administrar servidor. Instância é servidor virtual e continua sendo responsabilidade do cliente manter o sistema operacional.
  • Confundir Lambda com Fargate. O Lambda executa uma função curta disparada por evento; o Fargate executa contêineres sem que o cliente administre as instâncias por baixo.
  • Confundir ECS com EKS. Os dois orquestram contêineres, mas o EKS é o Kubernetes gerenciado, e o enunciado que cita Kubernetes ou compatibilidade com ferramentas de Kubernetes aponta EKS.
  • Achar que Auto Scaling e balanceador são a mesma coisa. O Auto Scaling ajusta a quantidade de instâncias; o balanceador distribui as requisições entre as que existem.
  • Escolher a família de instância errada. Carga com muita memória pede família otimizada para memória, e não a de uso geral, ainda que a de uso geral pareça segura.
  • Responder Batch para qualquer processamento pesado. O Batch é para lotes de trabalhos em fila; carga contínua e interativa continua em EC2 ou em contêiner.
  • Ignorar o Lightsail quando o enunciado fala em simplicidade e preço mensal previsível para um site pequeno.

Armazenamento na AWS

É a tarefa 3.4 do guia e o tema em que a alternativa errada é sempre um armazenamento vizinho. S3, EBS e EFS guardam dado e aparecem juntos em quase toda questão; o que separa os três é o tipo de acesso que a carga precisa. Quem não classifica o dado antes de escolher o serviço erra por associação.

Como cai: Uma empresa precisa de um volume que várias instâncias EC2 montem ao mesmo tempo como um sistema de arquivos compartilhado. Qual serviço atende a essa necessidade?

Erros comuns

  • Responder S3 quando o enunciado pede um volume montado em uma instância. O S3 é armazenamento de objetos, acessado por API, e não aparece como disco no sistema operacional.
  • Confundir EBS com EFS. O EBS é um volume de bloco ligado a uma instância por vez na mesma zona; o EFS é um sistema de arquivos que várias instâncias montam ao mesmo tempo.
  • Achar que classe de armazenamento do S3 muda a durabilidade do dado. O que muda entre as classes é o padrão de acesso, o custo e o tempo de recuperação.
  • Escolher a classe de arquivamento profundo para dado que pode ser pedido a qualquer momento com resposta imediata.
  • Confundir versionamento com backup. O versionamento guarda versões anteriores de objetos dentro do bucket; o AWS Backup coordena e centraliza cópias de vários serviços.
  • Responder Storage Gateway quando o enunciado descreve transferência única de um volume grande. Transferência única e pontual, principalmente sem rede boa, aponta a família Snow.
  • Achar que o FSx é uma alternativa genérica ao EFS. O FSx entrega sistemas de arquivos de terceiros, como Windows File Server e Lustre, e o enunciado costuma citar essa compatibilidade.

Rede e conectividade na AWS

É a tarefa 3.5 do guia e o tema com os dois pares mais confundidos da prova: security group contra lista de controle de acesso de rede, e VPN contra Direct Connect. Os dois pares se resolvem com uma pergunta cada, e quem não tem essas perguntas prontas escolhe pela familiaridade do nome.

Como cai: Uma empresa precisa de uma conexão dedicada e consistente entre o datacenter dela e a AWS, sem passar pela internet pública. Qual serviço atende a essa necessidade?

Erros comuns

  • Confundir security group com lista de controle de acesso de rede. O security group protege o recurso, avalia estado e só tem regra de permitir; a lista protege a sub-rede, não avalia estado e tem permitir e negar.
  • Achar que sub-rede privada é aquela sem endereço próprio. Privada é a que não tem rota para o internet gateway; ela pode sair para a internet por um gateway NAT.
  • Trocar internet gateway por gateway NAT. O internet gateway permite tráfego de entrada e de saída na sub-rede pública; o NAT deixa a sub-rede privada iniciar saída sem aceitar conexões de fora.
  • Responder VPN quando o enunciado pede largura de banda consistente e conexão dedicada. VPN vai pela internet pública; Direct Connect é o enlace dedicado.
  • Achar que endpoint da VPC é o mesmo que internet gateway. O endpoint alcança serviços da AWS pela rede interna, sem sair para a internet.
  • Confundir Route 53 com CloudFront. O Route 53 resolve nomes em endereços; o CloudFront entrega conteúdo em cache.
  • Esquecer que a VPC é regional e que as sub-redes ficam cada uma em uma zona de disponibilidade.

Bancos de dados: visão geral

É a tarefa 3.3 do guia e o grupo de serviços com mais alternativas quase idênticas. Quase toda questão de banco traz RDS, DynamoDB e Redshift juntos, e os três só se separam quando você classifica a carga antes de escolher: transação relacional, acesso por chave ou consulta analítica sobre histórico.

Como cai: Uma empresa precisa de um banco de dados totalmente gerenciado com esquema fixo e consultas em SQL para um sistema de pedidos. Qual serviço atende a essa necessidade?

Erros comuns

  • Responder Amazon Redshift para um sistema que registra pedidos o tempo todo. O Redshift é um data warehouse para consulta analítica sobre grande volume histórico, não para o dia a dia transacional.
  • Achar que o DynamoDB é um RDS mais barato. São modelos diferentes: o RDS é relacional com esquema e SQL; o DynamoDB é de chave e valor, sem esquema fixo, acessado pelos padrões de acesso definidos antes.
  • Confundir ElastiCache com MemoryDB. O ElastiCache é cache na frente de outro banco; o MemoryDB é um banco em memória durável, que guarda o dado como fonte primária.
  • Escolher um serviço de banco quando o pedido é mover dados de um banco para outro. Migração com pouca indisponibilidade aponta o Database Migration Service.
  • Responder RDS quando o enunciado descreve relações entre pessoas, rotas ou fraude ligada em rede. Esse desenho de grafo aponta o Amazon Neptune.
  • Tratar Aurora como um serviço separado do RDS. O Aurora é um motor compatível com MySQL e PostgreSQL dentro da família RDS, com desempenho e disponibilidade maiores.
  • Achar que banco gerenciado tira do cliente a responsabilidade pelos dados. A AWS opera a infraestrutura e o software; o dado, o acesso e a modelagem continuam com o cliente.

Analytics, IA e machine learning

É a tarefa 3.3 do guia na parte de análise e inteligência artificial, e o tema com mais nomes para reconhecer em menos tempo. A prova não pede arquitetura de dados nem treino de modelo: pede o serviço que resolve o pedido descrito em duas linhas, e as alternativas erradas são sempre o serviço de IA vizinho.

Como cai: Uma empresa quer extrair automaticamente o texto e os campos de formulários digitalizados enviados por clientes. Qual serviço da AWS atende a essa necessidade?

Erros comuns

  • Trocar Rekognition por Textract. O Rekognition analisa imagem e vídeo e diz o que há na cena; o Textract lê texto e campos de documentos digitalizados.
  • Trocar Comprehend por Translate. O Comprehend entende o conteúdo do texto, como sentimento e entidades; o Translate passa o texto de um idioma para outro.
  • Responder SageMaker quando o pedido é resolvido por um serviço pronto. O SageMaker é para construir e treinar modelos próprios; se o pedido é reconhecer rosto, transcrever áudio ou ler documento, existe serviço específico.
  • Confundir Polly com Transcribe. O Polly transforma texto em voz; o Transcribe transforma voz em texto.
  • Achar que o Athena é um banco de dados. Ele consulta dados que já estão no Amazon S3 usando SQL, sem carregar o dado em outro lugar.
  • Tratar Glue e Kinesis como equivalentes. O Glue prepara e cataloga dados em lote; o Kinesis coleta e processa dados em tempo real, conforme chegam.
  • Responder QuickSight para qualquer pedido de análise. O QuickSight é a camada de painel e visualização; quem executa a consulta pode ser outro serviço.

Integração de aplicações

É a tarefa 3.3 do guia na parte de integração, e o tema em que quase todo distrator é o serviço ao lado. SQS, SNS e EventBridge aparecem nas mesmas quatro alternativas com tanta frequência que quem não tem uma regra de desempate pronta decide no chute.

Como cai: Uma aplicação precisa enviar pedidos para outro componente processar depois, sem que os dois fiquem disponíveis ao mesmo tempo. Qual serviço atende a essa necessidade?

Erros comuns

  • Confundir SQS com SNS. O SQS é fila: a mensagem fica guardada e um consumidor vem buscar. O SNS é tópico: a mensagem é enviada de uma vez a todos os inscritos.
  • Responder SNS quando o enunciado fala em rotear eventos por regra. Filtrar e encaminhar evento conforme o conteúdo aponta o EventBridge.
  • Achar que Step Functions é um serviço de mensagens. Ele coordena etapas de um fluxo de trabalho, com ordem, condição e tratamento de erro.
  • Escolher API Gateway quando o pedido é comunicação assíncrona entre componentes internos. O API Gateway publica e administra a porta de entrada de uma API.
  • Ignorar o Amazon MQ quando o enunciado cita um agente de mensagens já em uso, como ActiveMQ ou RabbitMQ. É justamente a pista dele.
  • Achar que desacoplar é sinônimo de fila. Desacoplar é o objetivo; fila, tópico e barramento são três formas diferentes de chegar lá.
  • Confundir AppSync com API Gateway. O AppSync trata de APIs GraphQL para aplicações web e móveis; o API Gateway é a porta de APIs em geral.

Gestão, monitoramento e as demais categorias

Fecha a tarefa 3.3 do guia e recolhe tudo o que o exame cita sem aprofundar. É o tema em que o candidato perde ponto por não ter ouvido o nome do serviço uma única vez: a questão é curta, o pedido é claro e a resposta depende só de reconhecer para que aquele serviço serve.

Como cai: Uma equipe quer receber um alerta quando o uso de processador de uma instância passar de um limite definido. Qual serviço atende a essa necessidade?

Erros comuns

  • Trocar CloudWatch por CloudTrail. O CloudWatch acompanha métricas, logs e alarmes de operação; o CloudTrail registra quem chamou qual API e quando.
  • Responder CloudWatch quando o pedido é recomendação de economia ou de segurança. Recomendação com boas práticas aponta o Trusted Advisor.
  • Confundir Health Dashboard com CloudWatch. O Health Dashboard informa eventos da própria AWS que afetam a conta; o CloudWatch mede os recursos do cliente.
  • Achar que o Systems Manager é um serviço de monitoramento. Ele opera e administra a frota: aplica patch, executa comando e guarda parâmetros.
  • Escolher Service Catalog quando o pedido é controlar licenças de software. Licença de fornecedor aponta o License Manager.
  • Responder CodePipeline para qualquer coisa de desenvolvimento. O CodeBuild compila e testa, o CodeDeploy implanta e o CodePipeline liga as etapas em uma esteira.
  • Confundir SES com Pinpoint. O SES envia e-mail em volume a partir da aplicação; o Pinpoint trata de campanhas de comunicação e engajamento com clientes.
  • Trocar WorkSpaces por AppStream. O WorkSpaces entrega uma área de trabalho completa na nuvem; o AppStream entrega apenas uma aplicação transmitida ao usuário.