Arquiteturas otimizadas em custo
Folha de revisão · 4 temas · AWS Solutions Architect Associate
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Modelos de preço: sob demanda, reservada, Savings Plans e Spot
É o coração do Domínio 4 e reaparece em cenários de desempenho. A prova descreve o padrão de uso — contínuo por um ano, com picos, tolerante a interrupção — e espera que você escolha o modelo. Errar aqui costuma ser escolher Spot para carga que não pode parar, ou sob demanda para uso constante.
Como cai: A carga roda 24 horas por dia durante pelo menos um ano e é previsível. Qual modelo de preço tem o MENOR custo?
Erros comuns
- Escolher Spot para carga que não tolera interrupção. A AWS recupera a capacidade com dois minutos de aviso; carga crítica e contínua não é candidata, por mais barata que seja.
- Usar sob demanda para carga contínua e previsível. É o modelo mais caro por hora; sem compromisso, paga-se o preço cheio o tempo todo.
- Achar que instância reservada reserva capacidade sempre. Só a reserva zonal garante capacidade; a regional dá desconto e flexibilidade, sem garantia de capacidade.
- Confundir Savings Plans com instância reservada. Savings Plans é compromisso de gasto por hora, flexível entre famílias e até serviços; reservada é compromisso por configuração de instância.
- Propor host dedicado sem exigência de licença ou conformidade. É o modelo mais caro; só entra quando o enunciado cita licença por soquete ou por núcleo físico, ou isolamento de hardware exigido.
- Esquecer que Savings Plans e reservadas também cobrem Fargate e Lambda (no plano de computação). Carga serverless previsível também aceita compromisso.
Vocabulário
- Spot
- — Capacidade ociosa vendida com desconto alto, que a AWS pode retomar avisando dois minutos antes. Serve carga que pode ser interrompida e retomada.
Custo de transferência de dados
É o custo invisível: não aparece ao escolher um serviço, aparece na fatura. A prova constrói cenários em que a arquitetura está certa e cara, e a resposta é mudar o caminho do tráfego, não o serviço. Quem vem de dados erra aqui com frequência, mandando terabytes ao S3 pelo NAT.
Como cai: A fatura do NAT Gateway cresceu e o tráfego é quase todo para o S3. O que fazer?
Erros comuns
- Esquecer que o NAT Gateway cobra por hora E por GB processado. É a fonte mais comum de fatura inesperada quando tráfego de S3 ou DynamoDB passa por ele.
- Achar que tráfego entre zonas é grátis. É cobrado, e nos dois sentidos; arquiteturas que atravessam zonas sem necessidade pagam por isso o tempo todo.
- Confundir entrada com saída. Entrada de dados na AWS é gratuita; o que custa é a saída para a internet e o tráfego entre zonas e regiões.
- Propor endpoint de interface quando existe endpoint de gateway. Gateway (S3 e DynamoDB) não tem custo; interface cobra por hora e por GB.
- Ignorar o CloudFront como redutor de custo. Saída pelo CloudFront costuma custar menos que saída direta do S3 ou do balanceador, além de reduzir requisições à origem.
- Achar que tráfego dentro da mesma zona por IP público é grátis. Usar IP público ou elástico faz o tráfego sair e voltar, com cobrança; dentro da zona, use IP privado.
Dimensionamento correto e custo de armazenamento
A prova separa dois tipos de economia: negociar preço (modelos de compra) e consumir menos (dimensionamento e ciclo de vida). Esta é a segunda, e ela tem respostas específicas — Compute Optimizer, regras de ciclo de vida, Intelligent-Tiering — que só valem ponto se você souber qual serve para qual desperdício.
Como cai: A conta cresceu e ninguém sabe por quê. Como identificar recursos superdimensionados e ociosos?
Erros comuns
- Confundir dimensionamento com modelo de compra. Comprar mais barato e usar menos são economias diferentes e somáveis; a prova às vezes quer as duas na mesma questão.
- Esquecer que apagar uma instância não apaga o volume EBS se a exclusão na terminação estiver desligada. Volume órfão continua cobrando.
- Achar que snapshot só cobra o primeiro. Snapshots são incrementais, mas o conjunto cresce; sem política de retenção eles acumulam indefinidamente.
- Propor análise manual quando existe Compute Optimizer. Ele recomenda tamanho com base em métricas reais, e é a resposta de menor esforço para superdimensionamento.
- Usar Intelligent-Tiering para objeto pequeno e de vida curta. A taxa de monitoramento por objeto e os mínimos das camadas podem custar mais que a economia.
- Deixar de usar o Trusted Advisor. Ele aponta recursos ociosos, volumes não anexados, IPs elásticos não associados e balanceadores sem alvo, que são as fontes clássicas de desperdício.
Vocabulário
- Compute Optimizer
- — Serviço que analisa métricas reais de uso e recomenda tipo e tamanho para instâncias EC2, grupos de Auto Scaling, volumes EBS e funções Lambda.
- Trusted Advisor
- — Conjunto de checagens automáticas sobre a conta, entre elas as de otimização de custo, que apontam recursos ociosos e órfãos.
Ferramentas de custo e governança financeira
Fecha o Domínio 4 e o exame. A prova monta cenários de governança — 'saber quanto cada equipe gasta', 'ser avisado antes de estourar', 'impedir que uma conta gaste demais' — e cada um tem um serviço específico. Confundir analisar com alertar e com impedir é o erro que a questão procura.
Como cai: A empresa quer saber quanto cada projeto gasta e ser avisada antes de estourar o orçamento. O que configurar?
Erros comuns
- Usar Cost Explorer quando o pedido é alerta. Ele analisa e projeta; quem avisa ao ultrapassar um limite é o Budgets.
- Achar que o Budgets impede o gasto. Ele alerta e pode disparar uma ação (aplicar política, parar instância), mas não bloqueia sozinho; impedir é SCP ou automação.
- Esquecer que etiquetas precisam ser ativadas como etiquetas de alocação de custo no painel de faturamento. Etiquetar sem ativar não faz o custo aparecer separado.
- Aplicar etiquetas só daqui para frente e esperar histórico. A alocação passa a valer a partir da ativação; o passado não é reclassificado.
- Confundir faturamento consolidado com desconto automático por conta. O consolidado soma o uso de todas as contas, o que ajuda a atingir faixas de preço e compartilha reservas e Savings Plans.
- Propor o relatório de custo e uso quando o Cost Explorer basta. O relatório é detalhe bruto para análise própria; a prova só o pede quando o cenário fala em granularidade máxima ou ferramenta externa.
Vocabulário
- faturamento consolidado
- — Uma fatura para toda a organização. Soma o uso de todas as contas, o que ajuda a alcançar faixas de preço menores, e compartilha instâncias reservadas e Savings Plans entre elas.